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Home / Artigos / Ansiedade: O limite entre o “frio na barriga” e a hora de pedir ajuda

Ansiedade: O limite entre o “frio na barriga” e a hora de pedir ajuda

Adulto

Sabe aquela sensação de que algo ruim vai acontecer a qualquer momento, mesmo num dia tranquilo de domingo? Ou aquele aperto no peito que aparece do nada, enquanto você está apenas tentando assistir TV?
Se você já sentiu isso, sabe que não é só “nervosismo”.

A ansiedade, por si só, não é vilã. Ela é aquele mecanismo antigo do nosso cérebro que nos faz olhar para os dois lados antes de atravessar a rua. É normal sentir as mãos suarem antes de uma entrevista de emprego ou o coração acelerar antes de um encontro. Isso passa. O evento acaba, e o corpo relaxa.

Mas e quando o “botão de alerta” trava ligado?

A grande diferença entre o normal e o transtorno não está no medo em si, mas no fato de ele não ir embora. É quando a preocupação deixa de ser sobre um problema real e passa a criar cenários catastróficos na sua cabeça sobre coisas que nem aconteceram — e talvez nem aconteçam.

O corpo, muitas vezes, avisa antes da mente perceber. Não é raro eu receber pessoas que já passaram pelo cardiologista achando que estavam infartando. A “batedeira” no coração, a falta de ar, a tensão nos ombros que não solta por nada, o sono que não descansa… O corpo grita porque vive em estado de guerra, lutando contra um inimigo invisível.

Viver assim é exaustivo.

Quem sofre com transtorno de ansiedade gasta uma energia imensa tentando controlar o incontrolável. Você deixa de ir a lugares porque “pode ser que passe mal”. Deixa de falar o que sente por medo da reação do outro. A vida vai encolhendo, ficando restrita à zona de conforto, enquanto a cabeça não para um segundo.

Se você se reconhece nessa descrição, eu tenho uma coisa importante para te dizer: não é frescura e você não precisa dar conta de tudo sozinho.

Muita gente acha que precisa “ser forte” e engolir o choro, mas tratar a ansiedade é justamente o contrário: é ter a coragem de olhar para dentro e entender o que está disparando esses alarmes. É aprender que nem todo pensamento é um fato.

Existe vida além da preocupação constante. É possível voltar a respirar fundo sem sentir aquele peso.

Se isso fez sentido para você e os sintomas estão atrapalhando sua rotina, o trabalho, ou seus relacionamentos, talvez seja a hora de olhar para isso com carinho. A terapia é o espaço seguro para “desarmar” esse alarme.

Vamos conversar? Agende uma consulta e comece a retomar o controle da sua tranquilidade.

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Silvia Psicóloga Silvia Regina

Sou formada em Psicologia desde 2003, e desde então venho me dedicando ao cuidado emocional de adultos, adolescentes e idosos.

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