Skip to content
Silvia Psicóloga Silvia Regina
  • Início
  • Quem sou
  • Especialidades
  • Depoimentos
  • Artigos
Fale no WhatsApp
Silvia Psicóloga Silvia Regina
  • Início
  • Quem sou
  • Especialidades
  • Depoimentos
  • Artigos

Siga nossas redes

Instagram Facebook
Fale no WhatsApp
Home / Artigos / Burnout: 5 sinais de que o seu cansaço é, na verdade, esgotamento profissional

Burnout: 5 sinais de que o seu cansaço é, na verdade, esgotamento profissional

Adulto

Sabe aquela sensação de que o fim de semana simplesmente não existiu?

Você pisca e já é segunda-feira de novo. Mas não é só aquele desânimo comum de início de semana. É um peso no peito, uma vontade de chorar sem motivo aparente ou uma irritação que surge logo que o despertador toca. Você já se sentiu assim? Como se estivesse correndo uma maratona interminável, mas sem sair do lugar?

Muita gente acha que é só “fase difícil” ou necessidade de férias. Mas, às vezes, o corpo e a mente estão gritando algo mais sério. O Burnout não aparece de uma hora para a outra; ele vem chegando devagar, disfarçado de “vestir a camisa da empresa” ou de “dar conta de tudo”.

O problema é que a gente normaliza viver no limite. Só que existe uma linha tênue entre estar cansado e estar esgotado. E cruzar essa linha muda tudo.

Aqui estão 5 sinais de que a luz vermelha já acendeu (e talvez você não tenha percebido):

  1. Dormir não resolve mais. Sabe quando você dorme 8, 10 horas no fim de semana e, mesmo assim, acorda se sentindo “atropelado”? No esgotamento profissional, o descanso físico não recarrega a bateria mental. Você já acorda cansado, como se o sono não tivesse efeito reparador.
  2. O “tanto faz” virou rotina. Antes você se importava com os detalhes, vibrava com as conquistas ou se preocupava com os prazos. Agora? O cinismo tomou conta. Você se pega pensando “para que me esforçar se não vai mudar nada?” ou sente um distanciamento emocional das pessoas no trabalho. É como se você estivesse no piloto automático, anestesiado.
  3. A produtividade despencou (e a culpa aumentou). Tarefas que você tirava de letra agora levam o triplo do tempo. A concentração foge, a memória falha. E aí vem o ciclo cruel: você produz menos, se sente culpado, trabalha mais horas para compensar e se esgota ainda mais. É uma areia movediça.
  4. O corpo começou a falar. Dor de cabeça frequente, gastrite que não sara, imunidade baixa (qualquer gripezinha te derruba), tensão muscular constante. Quando a gente ignora a mente, o corpo dá um jeito de nos parar. Não é coincidência aquela dor nas costas que piora exatamente nas reuniões de segunda-feira.
  5. Você se irrita por qualquer coisa. A paciência ficou curta. Uma pergunta simples de um colega ou um e-mail novo na caixa de entrada já são suficientes para disparar uma raiva desproporcional ou uma vontade imensa de chorar no banheiro. A sensibilidade fica à flor da pele.

Não é fraqueza, é um pedido de socorro.
Se você leu esses pontos e pensou “nossa, sou eu”, respire fundo. Identificar é o primeiro passo. O Burnout não é sobre falhar profissionalmente; é sobre ter sido forte por tempo demais em condições que não favoreciam sua saúde. Ignorar esses sinais não vai fazer eles desaparecerem, e tentar “aguentar mais um pouco” pode custar caro para o seu bem-estar.

A boa notícia? Tem volta. É possível reencontrar o equilíbrio e a alegria de viver e trabalhar, mas, muitas vezes, precisamos de alguém para nos ajudar a reorganizar essa bagunça interna.

Vamos conversar? Se você se identificou com esses sintomas, a terapia pode ser o espaço de acolhimento que você precisa agora. Não espere chegar ao limite total. Agende uma conversa e vamos cuidar de você.

Tags:

burnout cansaço mental esgotamento profissional estresse no trabalho psicólogo saúde mental no trabalho sintomas de burnout terapia para ansiedade

Compartilhe este artigo:

Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn

Navegação de Post

Artigo anteriorAnsiedade: O limite entre o “frio na barriga” e a hora de pedir ajuda
Próximo artigoCrise de ansiedade: O que fazer quando o ar parece faltar e o coração dispara?

Artigos relacionados

Síndrome do Impostor: Por que sinto que sou uma fraude no trabalho?

ente que é uma fraude no trabalho e que suas conquistas são apenas sorte? Entenda...

08/12/2025

Como melhorar a comunicação no casamento e evitar brigas repetitivas

Brigas repetitivas estão desgastando seu casamento? Descubra como a comunicação não-violenta pode salvar sua relação...

08/12/2025

O impacto das redes sociais na sua autoestima e autoimagem

Sente que a vida dos outros no Instagram é melhor que a sua? Entenda como...

08/12/2025

Buscar Artigos

Categorias

  • Adolescência (2)
  • Adulto (7)
  • Ansiedade (2)
  • Autoconhecimento (2)
  • Relacionamento (2)

Posts Recentes

O impacto das redes sociais na sua autoestima e autoimagem

08/12/2025

Síndrome do Impostor: Por que sinto que sou uma fraude no trabalho?

08/12/2025

Adolescência e isolamento: Quando o comportamento do seu filho deve preocupar?

08/12/2025

Como melhorar a comunicação no casamento e evitar brigas repetitivas

08/12/2025

Dependência Emocional: Você sente que não consegue viver sem o outro?

08/12/2025

Entre em Contato

Precisa de ajuda? Entre em contato conosco!

WhatsApp E-mail Endereço
Sucesso!
Link copiado para a área de transferência!
Silvia Psicóloga Silvia Regina

Sou formada em Psicologia desde 2003, e desde então venho me dedicando ao cuidado emocional de adultos, adolescentes e idosos.

Navegue

  • Início
  • Que sou
  • Especialidades
  • Depoimentos
  • Artigos
  • Política de privacidade
  • Mapa do Site

Contatos

  • (11) 98876-3800
  • atendimento@psicologasilviaregina.com.br
  • R. Maria Baldinata Zunta, 28 - Vila Sofia

© 2025 - 2026 - Todos os direitos reservados | feito por 3Hub.co